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CRM que não cobra por usuário: como funciona

Preços conferidos em 31/08/2026

Existe, mas é minoria. A maioria dos CRMs cobra por assento — entre R$ 50 e R$ 75 por pessoa por mês no Brasil. No modelo de preço fixo, a empresa paga um valor único e coloca quantas pessoas quiser, sem a fatura mudar.

O que muda na prática

A diferença não aparece no primeiro mês. Aparece quando a equipe cresce — e é aí que ela muda o comportamento de quem usa.

Numa cobrança por assento, cada pessoa nova tem um custo visível. O efeito é conhecido: o vendedor recém-contratado fica algumas semanas de fora, o estagiário usa o login de outra pessoa, e o sócio "só consulta" pelo WhatsApp de alguém. O histórico do cliente volta a se espalhar, que é exatamente o problema que o CRM foi contratado para resolver.

No preço fixo, colocar mais alguém não tem custo. A pergunta "vale a pena dar acesso?" deixa de existir, e o sistema volta a ter o que precisa ter: todo mundo que fala com cliente, registrando.

Por que a cobrança por assento virou padrão

Não é ganância, é modelo de negócio. Cobrar por usuário faz a receita crescer junto com o cliente, sem precisar vender nada novo: a empresa contrata, a fatura sobe sozinha. Para o fornecedor é previsível, e financia suporte e desenvolvimento contínuo.

O modelo também faz sentido quando o produto é complexo o bastante para que cada usuário tenha configuração própria — permissão por papel, territórios de venda, metas individuais. Aí o assento representa trabalho real do fornecedor.

Para uma equipe pequena que precisa de funil, histórico e lembrete de retorno, esse trabalho todo não existe — e o preço por assento cobra por ele mesmo assim.

O que conferir antes de assinar um preço fixo

"Preço fixo" e "ilimitado" são palavras de marketing antes de serem cláusulas. Vale conferir quatro coisas:

  • Se o limite de pessoas existe em algum plano. Alguns produtos anunciam preço por empresa e limitam usuários no plano de entrada, empurrando para um plano por assento depois.
  • O que é contado além de usuários. Contatos, negócios, e-mails enviados, armazenamento. O teto pode estar em outro lugar.
  • O que acontece ao atingir um limite. Deixar de cadastrar novos é uma coisa; perder acesso ao que já está lá é outra bem diferente.
  • Como se cancela. Se exige contato com vendedor, considere isso parte do preço.

Quando NÃO vale trocar

Migrar de CRM custa tempo e atenção da equipe, e ferramenta que já virou hábito vale o que custa. Não vale trocar só pelo preço quando:

  • A equipe já usa de verdade. Adoção é a parte cara, e recomeçar a construir isso costuma custar mais do que a diferença de mensalidade.
  • Você depende de automação que o produto novo não tem. Fluxo de aprovação, geração de proposta, previsão de vendas.
  • A equipe é de uma pessoa. Nesse caso a diferença é pequena, e planos por assento costumam ter nível gratuito generoso.

A troca costuma compensar no caso oposto: a equipe cresceu, a fatura acompanhou, e há gente falando com cliente fora do sistema para economizar assento.

Perguntas frequentes

Existe CRM que não cobra por usuário?

Existe, mas é minoria. A maioria dos CRMs cobra por assento — entre R$ 50 e R$ 75 por pessoa por mês no Brasil. No modelo de preço fixo, a empresa paga um valor único independentemente de quantas pessoas usam. O Velo Funil cobra R$ 49 por mês pela empresa inteira.

Por que a maioria dos CRMs cobra por usuário?

Porque a receita cresce junto com o cliente: equipe maior significa fatura maior, sem precisar vender nada novo. É um modelo previsível para o fornecedor, e por isso virou padrão na categoria.

Preço fixo tem limite de usuários escondido?

Depende do produto, e é a primeira coisa a conferir. Alguns anunciam preço fixo mas limitam o número de pessoas no plano de entrada, ou cobram por "usuário ativo". Procure a palavra "por usuário" na página de preços e leia o que acontece quando a equipe cresce.

Vale a pena trocar de CRM só pelo preço?

Só se a ferramenta atual não estiver sendo usada. Migrar custa tempo e atenção da equipe, e um CRM que já virou hábito vale o que custa. A troca costuma compensar quando a equipe cresceu e a fatura acompanhou, ou quando assentos estão sendo economizados — com gente de fora do sistema.

O Velo Funil cobra por empresa, não por pessoa

R$ 49 por mês, com uma pessoa ou com vinte. O plano gratuito vai até 50 contatos e 2 pessoas, não expira e não pede cartão — ao atingir o limite você continua com tudo que já cadastrou, só não adiciona novos até assinar.